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REDD+ trouxe US$ 230 milhões para o Brasil entre 2009/12

Maior parte dos recursos foi para governos (60%), mas ONGs se destacam em número de iniciativas beneficiadas (70%)

O Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam) divulgou hoje pesquisa sobre de onde vem e como está sendo aplicado o dinheiro investido no Brasil para iniciativas de REDD+.

“Fluxos Financeiros de REDD+ no Brasil: mapeamento 2009 – 2012: resultados e conclusões preliminares” traz um mapeamento geral dos principais doadores às atividades no país, apresentando os valores comprometidos, desembolsados, entre outros.

A publicação mostra que, entre 2009 e 2012, os projetos desenvolvidos no Brasil trouxeram do exterior mais de US$ 230 milhões. O que parece muito, mas a cifra é bem abaixo do prometido na COP15, até 2012, US$ 4,5 bilhões (veja aqui).

Estudo mostra também que a maior parte não veio diretamente para conter desmatamento, mas por compromissos de países desenvolvidos em programas contra as mudanças climáticas.

Outro dado que vem à tona é que os investimentos privados chegam ao destinatário final mais do que o de outras fontes (como governos, por exemplo).

desembolso para REDD

BNDES – A morosidade do Banco Nacional de Desenvolvimento apareceu na pesquisa. Entre 2009-12 Noruega comprometeu US$ 451 milhões no Fundo Amazônia, mas só US$ 116 milhões foram de fato investidos.

A pesquisa informa que essa demora “muitas vezes não são de responsabilidade dos doadores como, por exemplo, o tempo de tramitação no país recebedor ou período para execução pelo agente final”.

Mariana Pavan, pesquisadora do Programa Mudanças Climáticas e Serviços Ambientais do Idesam, disse que os dados são preliminares – da primeira fase do projeto. “Novas fontes, análises e atualizações estão previstas para 2013”, afirma.

Para ver artigo compelta, clique aqui Artigo_Fluxos_REDD_BR (2)

REDD no Brasil: um enfoque amazônico

REDD no Brasil: um enfoque amazônico

A publicação “REDD no Brasil” um enfoque amazônico – Fundamentos, critérios e estruturas institucionais para um regime nacional de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal” propõe uma estratégia nacional para mecanismo de REDD. Se optar por estabelecer tal regime, o Brasil estará abrindo oportunidades imensas para a promoção de um desenvolvimento econômico sob uma ótica de baixa emissão de carbono e de valorização de suas florestas e de toda a biodiversidade que nelas estão depositadas.

Você pode folhear a publicação ou baixar o arquivo em PDF