Quem ganha com o Plano Safra Semiárido? A região da Caatinga é que não é

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Dilma ainda acha que o meio ambiente atrapalha o desenvolvimento sustentável

No lançamento do Plano Safra Semiárido, hoje em Salvador, o foco era o combate a pior seca dos últimos 50 anos. Mas não ouvi nada da presidenta Dilma sobre o combate à desertificação na região, tampouco ela mencionou alguma preocupação para com as mudanças climáticas.

Se tivesse alguma instrução ambiental, Dilma incluiria investimentos na restauração da Caatinga – bioma há milênios adaptado à estiagem e que, naturalmente, fornece água e alimento para a pecuária. Seria uma opção pelo manejo sustentável. A Embrapa Semiárido domina essa tecnologia há décadas.

Não, Dilma prefere investir na conversão da Caatinga e na introdução de espécies exóticas, pouco adaptadas ao Semiárido. Com o novo pacote, ganha todo mundo, menos a quem mais interessa: a população da região.

Outra confusão é essa história de comprar milho de outras regiões para distribuir no Semiárido. Não sabia que vaca comia milho… Mas agora vão ter de aprender, afinal de contas, as indústrias amigas do governo tem faturado um bolão com media. Só em abril e maio foram 340 mil toneladas subsidiadas. ‎#VemPraRua

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